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As mais belas páginas de Santa Teresa de Jesus

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Ficha Técnica

Título: As mais belas páginas de Santa Teresa de Jesus
Autor: Santa Teresa de Ávila
Ano de edição ou reimpressão: 2004
Editora: Edições Carmelo
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 195 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 158
Peso: 176g
ISBN: 9789726400738

Sinopse

As Edições Carmelo têm a alegria de apresentar aos leitores de língua portuguesa “As mais belas páginas de Santa Teresa de Jesus”. Portugal foi a «rampa de lançamento» desta escritora gloriosa da literatura espiritual, a primeira mulher a ser declarada Doutora da Igreja Universal por Paulo VI em 27 de Setembro de 1970, juntamente com S. Catarina de Sena.

O livro que apresentamos ao público é uma selecção de textos, escolhidos pelo grande teresianista, o Pe. Tomás Álvarez, que abrangem a vida, o caminho, a alma, a reforma, as fundações, as cartas e a páscoa de Teresa d’Ávila. O leitor português, ao ler estes doze capítulos, que contêm o melhor dos livros da Vida, do Caminho de Perfeição, das Moradas, das Fundações, das Cartas, das Poesias, dos Solilóquios, entra em contacto com o pensamento e a doutrina desta «dama errante de Deus», desta «fiel filha da Igreja». É uma lição sobre a oração a não perder.

Sobre o autor

Santa Teresa de Jesus nasceu em Ávila em 28 de março de 1515. Seus pais gozavam de uma situação económica desafogada pela posse de terras e pelo comércio. Pelo lado paterno, descendia de judeus conversos. (…) Apesar da oposição do pai, Santa Teresa ingressou no convento carmelita da Encarnação de Ávila em 1535, tomou o hábito no ano seguinte e professou em 1537. Pouco depois sofreu uma doença até 1542, ano em que se iniciou uma crise espiritual que durou até à quaresma de 1554. Deu-se então nela uma completa transformação, a partir da qual não cessa de avançar espiritualmente através de experiências místicas extraordinárias.

Em 1560 resolveu empreender a reforma da sua Ordem, no que, desde o início, deparou com uma forte oposição. A sua vida decorreu num contínuo aperfeiçoamento espiritual e numa atividade incansável de reformadora e fundadora de conventos, (…) para o que teve de efetuar viagens constantes. (…)

Para lá de toda esta atividade, ainda escreveu livros em que se revela uma escritora genial: ‘Libro de la Vida’ (a primeira versão em 1562, a segunda estava pronta em fevereiro de 1568); ‘Camino de perfección’ (escrito de 1562 a 1564); ‘Moradas del castillo interior’ (escrito em 1577); ‘Libro de las fundaciones’ (iniciado em 1573 e continuado em 1574 e, depois, à medida que ia fundando conventos), além de outros escritos menos extensos. Como medida final do sofrimento que suportou para aumentar e dignificar o Carmelo, ficaram as últimas visitas que fez a dois conventos da sua Ordem, o de Valladolid e o de Medina del Campo: em ambos foi muito mal recebida pelas prioras; para cúmulo, a do primeiro era uma sua sobrinha, e no segundo nem comida lhe deram para o caminho, o derradeiro que fez, já muito doente, para Alba de Tormes, onde morreu poucos dias após lá ter chegado, em 4 de outubro de 1582.”

José Bento

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