PESQUISAR

Cogitosus. Vida de Santa Brígida

REF.:0010030006021

3 em stock
Entrega no dia útil seguinte!

6,00 IVA inc.

Quantidade

Ficha Técnica

Título: Cogitosus. Vida de Santa Brígida
Autor: Aires A. Nascimento
Ano de edição ou reimpressão: 2022
Editora: Paulinas
Idioma: Português
Dimensões: 105 x 145 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Peso: 100g
ISBN: 9789896738181

Sinopse

Na igreja paroquial do Lumiar, em Lisboa, jazem os corpos de três cavaleiros irlandeses que, em tempos recuados de El-Rei Dom Dinis, trouxeram consigo uma relíquia de Santa Brígida, envolta em mistérios, lendas e tradições.

Este texto, atribuído a um monge irlandês, apresenta um testemunho original, que relata os milagres e a história da vida de Santa Brígida da Irlanda.

Sobre o autor

Aires A. Nascimento, n. 1939 (Palhais, Trancoso), tem longo percurso académico: Prof. Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, ocupou-se de temas diversos de Filologia (textos e manuscritos) e de História (sentido do tempo), como consta nos ensaios recolhidos em Ler contra o Tempo; atenção particular lhe mereceu a Hagiografia medieval, com as problemáticas da Legenda e do Milagre e as reflexões sobre Imagem e Texto, através de considerações em torno de Iconografia e Iluminura.

Nesse plano se integra a monografia que dedica à Rainha Santa Isabel, “maior santa, porque rainha, tanto maior rainha, porque santa” (no trocadilho do P.e António Vieira); merecem-lhe atenção aspetos menos comentados por outros, como é atender a duas Cantigas que o rei D. Dinis terá dedicado à Rainha e como é trazer à colação a sua correspondência epistolar, reveladora de uma personalidade conciliadora em situações de conflitos familiares; presta também atenção ao elogio histórico desenvolvido em ritual académico e atende à iconografia da Rainha Santa: para ilustração desse tema traz à consideração um quadro esquecido na Academia das Ciências de Lisboa, mas atribuído, por tradição, à princesa D. Maria Francisca Benedita, irmã da rainha D. Maria I; aduz-se aqui que esse quadro deve ter pertencido à antiga Galeria de Fr. José Mayne.

Back to Top