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Os Irmãos Karamázov. Vol. II

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Ficha Técnica

Título: Os Irmãos Karamázov. Vol. II
Autor: Fiódor Dostoiévski
Ano de edição ou reimpressão: 2021
Editora: Editorial Presença
Idioma: Português
Dimensões: 230 x 150 x 26 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 528
Peso: 750g
ISBN: 9789722367349

Sinopse

Este é o último grande romance de Dostoiévski, terminado pouco tempo antes da sua morte. Faz parte das suas obras maiores, escritas na última e mais produtiva fase da sua vida, e muitos consideram-na mesmo a sua obra-prima.

Os Irmãos Karamázov é indiscutivelmente uma das mais lidas e admiradas criações literárias de todos os tempos. Na complexidade da intriga, Dostoiévski deixa transparecer a sua própria culpabilidade pelo assassínio do pai, um homem tirânico e brutal, provavelmente morto por mujiques.

Mas o alcance da filosofia subjacente a este enredo vai muito além. o escritor debate de forma sublime o problema do bem e do mal, da abjecção humana e daquilo que a redime, das contradições entre razão e emoção, além de temas como a dignidade humana e o livre-arbítrio.

A sua intrínseca religiosidade é aqui mais explícita do que em obras anteriores, e a inquietação que transparece destas páginas reflecte já inteiramente a subjectividade do homem moderno.

Sobre o autor

Fiódor Dostoiévski ( Moscovo, 11.11.1821 – S. Petersburgo, 09.02.1881) foi um dos grandes percursores, como Emily Brontë, da mais moderna forma do romance, exemplificada em Marcel Proust, James Joyce, Virgina Woolf entre outros. Filho de um médico militar, aos 15 anos é enviado para a Escola Militar de Engenharia. de S. Petersburgo. Aí lhe desperta a vocação literária, ao entrar em contacto com outros escritores russos e com a obra de Byron, Vítor Hugo e Shakespeare. Terminado o curso de engenharia, dedica-se a fazer traduções para ganhar a vida e estreia-se em 1846 com o seu primeiro romance, Gente Pobre. Após mais umas tentavivas literárias, foi condenado à morte em 1849, por implicação numa suspeita conjura revolucionária.

No entanto, a pena foi-lhe comutada para trabalhos forçados na Sibéria. Durante os seus anos de degredo teve uma vida interior de caráter místico, por ter sido forçado a conviver com a dura realidade russa, o que também o levou a familiarizar-se com as profundezas insuspeitas da alma do povo russo. Amnistiado em 1855, reassumiu a atividade literária e em 1866, com Crime e Castigo, marca a ruptura com os liberais e radicais a que tinha sido conotado. As obras de Dostoiévski atingem um relevo máximo pela análise psicológica, sobretudo das condições mórbidas, e pela completa identificação imaginativa do autor com as degradadas personagens a que deu vida, não tendo, por esse prisma, rival na literatura mundial.

A exatidão e valor científico dos seus retratos é atestada pelos grandes criminalistas russos. Neste grande novelista, o desejo de sofrer traz como consequência a busca e a aceitação do castigo e a conceção da pena como redentora por meio da dor.

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