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Presbíteros: Palavra e Liturgia

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Ficha Técnica

Título: Presbíteros: Palavra e Liturgia
Autor: Enzo Bianchi
Coleção: Verbum caro – 5
Ano de edição ou reimpressão: 2020
Editora: Secretariado Nacional Liturgia
Idioma: Português
Dimensões: 163 x 230 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 64
Peso: 126g
ISBN: 9789898877680

Sinopse

«Requer-se, ademais, do presbítero também uma familiarização com o Missal, com a eucologia nele contida, e uma sua compreensão cada vez mais aprofundada: quanto maior for a consonância entre o Missal, entre aquilo que o presbítero diz (a vox) e o que dele conhece (a mens), tanto mais saberá presidir a liturgias sérias, convictas, em que “mens concordet voci”, e se torne assim visível a verdade daquilo que celebra. Nunca se dirá o suficiente: a liturgia (lex orandi) não só ratifica a fé (lex credendi), mas torna-se igualmente inspiração de vida (lex vivendi), capaz de configurar a vida espiritual. E aqui permito-me fazer uma pergunta precisa: que conhecimento aprofundado das anáforas do missal de Paulo VI, que acatamento e absorção da sua riqueza espiritual ocorreu nos presbíteros, e igualmente nos fiéis?»

«Na ação litúrgica dizer é fazer, porque quem lê as Sagradas Escrituras ou canta um salmo está também empenhado num fazer, que vai além das suas palavras; e ao mesmo tempo fazer é dizer, porque cada gesto litúrgico (levantar-se, sentar-se, inclinar-se, abraçar-se…) constitui uma verdadeira linguagem. Tudo isto se encontra bem sintetizado no adágio formulado por Louis-Marie Chauvet: “A lei fundamental da liturgia não é dizer o que se faz, mas fazer o que se diz”».

«É certo que hoje, no presbítero, se vê aquilo que ele é capaz de fazer ver, e tal não é estranho ao processo de vocação: se no presbítero se vir e admirar o animador de jovens, o líder, o educador ou até o gestor, nunca se chegará a acolher a ideia de que o padre deve amar sobretudo a liturgia. Mas se alguém não amar o opus Dei, a liturgia, então acabará por antepor-lhe outras coisas e viverá a liturgia como algo a fazer, como uma função a desempenhar sem vontade e sem convicção. Esta realidade, infelizmente presente na vida de muitos presbíteros, revela-se na incapacidade de viver a liturgia como oração. O meu velho pároco repetia-me, muitas vezes: “Queres viver bem a liturgia? Faz como dizia S. Pio X: não rezes na missa, mas reza a missa”».

Sobre o autor

Nasceu em Castel Boglione, em Itália, a 3 de Março de 1943.

É o fundador e prior da Comunidade Monástica de Bose. Formou-se em Economia na Universidade de Turim e é autor de vários livros sobre espiritualidade e tradição de diálogo da Igreja com o mundo cristão contemporâneo.

Em Itália, escreve para La Stampa e, em França, para La Croix, sendo os seus livros editados pela conceituada Einaudi. Fé, esperança, ética e perdão são alguns dos seus temas fundamentais.

O Papa Francisco nomeou-o consultor pontifício do Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

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