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Testamento. Permanecei firmes na fé

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Ficha Técnica

Título: Testamento. Permanecei firmes na fé
Autor: Bento XVI
Ano de edição ou reimpressão: 2023
Editora: Paulinas
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 328
Peso: 420g
ISBN: 9789896738631

Sinopse

O testamento espiritual do papa Bento XVI, além de expressar uma das suas últimas vontades – «permanecei firmes na fé» –, revela uma vigorosa preocupação universal: «não vos deixeis confundir». Entre os seus legados está o pensamento teológico que retratou nas catequeses, nos discursos, nas cartas apostólicas. A preocupação permanente em educar cada católico para uma fé mais madura e esclarecida, levou-o a nunca abandonar o papel de pedagogo, transformando cada oportunidade numa lição. Em que crê a fé cristã? Quem é Jesus? Qual o verdadeiro sentido da Igreja? Quais são as verdades do cristianismo?

Bento XVI, antes de morrer, assegurou a definição de um caminho – para aqueles que são mais interessados, para os que procuram no Cristianismo uma resposta autêntica, segura e completa, para os católicos em geral. Os textos agora publicados evocam as principais reflexões de Bento XVI. São a essência do seu pensamento ensinado durante o seu pontificado nas audiências gerais das quartas-feiras.

Sobre o autor

Joseph Ratzinger nasceu a 16 de abril de 1927 em Marktl-am-Inn, na Alemanha. Estudou línguas no liceu e em 1939 entrou num seminário em Traunstein, sendo o seu primeiro sinal rumo à fé. Com a II Guerra Mundial foi obrigado a interromper os estudos retomando-os em 1947 numa instituição teológica associada à Universidade de Munique. Em 1951 ele e o seu irmão foram ordenados padres pelo Cardeal Faulhaber. Em 1953 doutorou-se em teologia na Universidade de Munique passando a ser docente na Universidade de Bonn.

De 1962 a 1965 esteve presente enquanto conselheiro teológico na Assembleia do Concílio Vaticano II. De 1963 a 1969 foi professor nas Universidades de Münster e Regensburg. De 1969 a 1980 integrou a Comissão Internacional Teológica Holy See. Juntamente com Hans von Balthasar e Henry De Lubac entre outros, lançou o jornal Communio, uma publicação católica. Em 1977 foi eleito arcebispo de Munique e Freising pelo Papa Paulo VI. Ainda nesse ano foi ordenado pelo mesmo Papa Cardeal ficando titular da Igreja St Mary of Consolation.

Em 1981 tornou-se Prefeito para a Congregação da Doutrina da Fé e Presidente da Comissão Bíblica do Pontificado e ainda da Comissão Teológica Internacional. Publicou textos contra os “teólogos da libertação” da América Latina, impondo atitudes conservadoras sobre a homosexualidade e a procriação medicamente assistida.

Em 1992 publica uma obra sobre o catecismo universal da igreja católica, onde resume as posições doutrinais e disciplinares do catolicismo, revistas segundo critérios de ortodoxia romana. A 19 de abril de 2005 é eleito Papa.

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