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Suma Teológica VII

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Ficha Técnica

Título: Suma Teológica VII
Autor: Tomás De Aquino
Coleção: Suma teológica
Ano de edição ou reimpressão: 2006
Editora: Paulus
Idioma: Português
Dimensões: 165 x 227 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 800
Peso: 764g
ISBN: 9788515031696

Sinopse

Tomás de Aquino conclui, no volume sete da Suma teológica, a seção final da segunda parte da obra. As considerações aqui retratadas, portanto, são as derradeiras do autor acerca de temas referentes à moral e às normas ideológicas que permeiam a vida humana. Os assuntos ponderados desta vez são a fortaleza, a temperança, os carismas e os estados formais de vida.

Sobre o autor

Tomás de Aquino, foi um frade católico da Ordem dos Pregadores (dominicano) italiano cujas obras tiveram enorme influência na teologia e na filosofia, principalmente na tradição conhecida como Escolástica, e que, por isso, é conhecido como “Doctor Angelicus”, “Doctor Communis” e “Doctor Universalis”. “Aquino” é uma referência ao condado de Aquino, uma região que foi propriedade de sua família até 1137.

Ele foi o mais importante proponente clássico da teologia natural e o pai do tomismo. Sua influência no pensamento ocidental é considerável e muito da filosofia moderna foi concebida como desenvolvimento ou oposição de suas ideias, particularmente na ética, lei natural, metafísica e teoria política. Ao contrário de muitas correntes da Igreja na época, Tomás abraçou as ideias de Aristóteles – a quem ele se referia como “o Filósofo” – e tentou sintetizar a filosofia aristotélica com os princípios do cristianismo. As obras mais conhecidas de Tomás são a “Suma Teológica” e a “Suma contra os Gentios”. Seus comentários sobre as Escrituras e sobre Aristóteles também são parte importante de seu corpus literário. Além disso, Tomás se distingue por seus hinos eucarísticos, que ainda hoje fazem parte da liturgia da Igreja.

Tomás é venerado como santo pela Igreja Católica e é tido como o professor modelo para os que estudam para o sacerdócio por ter atingido a expressão máxima tanto da razão natural quanto da teologia especulativa. O estudo de suas obras há muito tempo tem sido o cerne do programa de estudos obrigatórios para os que buscam as ordens sagradas (como padres e diáconos) e também para os que se dedicam à formação religiosa em disciplinas como filosofia católica, teologia, história, liturgia e direito canônico. Tomás foi também proclamado Doutor da Igreja por Pio V em 1568.

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