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Ficai connosco, Senhor – II

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Ficha Técnica

Título: Ficai connosco, Senhor- II
Autor: Mosteiro de Singeverga
Ano de edição ou reimpressão: 2024
Editora: Secretariado Nacional de Liturgia
Idioma: Português
Dimensões: 135 x 190 x 16 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Peso: 350g
ISBN: 9789899081789

Sinopse

A mesa evoca a refeição em comum, a partilha do pão e a alegria do encontro familiar e comunitário.

O Catecismo da Igreja Católica indica: «entre os sacramentais figuram, em primeiro lugar, as bênçãos (de pessoas, da mesa, de objetos e lugares). Toda a bênção é louvor de Deus e oração para obter os seus dons. Em Cristo, os cristãos são abençoados por Deus Pai, “com toda a espécie de bênçãos espirituais” (Ef 1,3). É por isso que a Igreja dá a bênção invocando o nome de Jesus e fazendo habitualmente o santo sinal da cruz de Cristo» (n. 1671). Com efeito, a bênção da mesa é um sacramental importante, isto é, um sinal sagrado da Igreja que tem por fim preparar os homens para receber os frutos dos sacramentos e santificar as diferentes circunstâncias da vida.

Agradeço e felicito, juntamente com a Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade e o Secretariado Nacional de Liturgia, o Abade e a comunidade monástica do Mosteiro de São Bento de Singeverga pela dádiva deste bom contributo espiritual de propostas para a bênção da mesa familiar e comunitária no compasso do Ano Litúrgico.

De Páscoa em Páscoa, de Domingo em Domingo, a Igreja caminha na história na fidelidade ao Evangelho da Esperança. O Papa Francisco acentua este dinamismo pascal: «O Ano litúrgico é para nós a possibilidade de crescer no conhecimento do mistério de Cristo, imergindo a nossa vida no mistério da sua Páscoa, na esperança da sua vinda. Esta é uma verdadeira formação contínua. A nossa vida não é uma sucessão casual e caótica de acontecimentos, mas um percurso que, de Páscoa em Páscoa, nos conforma a Ele enquanto esperamos em jubilosa esperança a vinda gloriosa de Jesus Cristo, nosso Salvador» (Desiderio desideravi 64).

As bênçãos são ações litúrgicas da Igreja e constituem um peculiar exercício do sacerdócio de Cristo, continuando o seu mistério pascal mediante sinais que visam a santificação do homem e a glorificação de Deus. Na prática, as bênçãos são orações de invocação sobre as pessoas e as coisas, realizadas pela Igreja.

O ministério da celebração das bênçãos, segundo o lugar e o ofício de cada um no povo de Deus é exercido por vários, competindo ao bispo presidir às celebrações que dizem respeito a toda a comunidade diocesana; aos presbíteros presidir às bênçãos que se referem à comunidade a cujo serviço estão destinados; aos diáconos presidir a algumas celebrações, como auxiliares do bispo e do seu presbitério; aos acólitos e leitores, a faculdade de algumas bênçãos; a outros leigos, homens e mulheres, em virtude do sacerdócio comum de que foram dotados no Batismo.

Cristo, a maior bênção do Pai é, por conseguinte, o sujeito de toda a bênção, é aquele que abençoa. Toda a bênção é louvor de Deus e oração para obter os seus dons, porque não é o homem que bendiz (abençoa) a Deus, mas Deus que bendiz o homem.

José Manuel Garcia Cordeiro

Arcebispo Metropolita de Braga

Presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade

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